Entenda o potencial do ADN

Conta autenticada no ADN

ADN é o apelido carinhoso que o App Dot Net (App.Net) ganhou, creio que dos próprios usuários. E o que é ADN? Neste episódio do iTech Hoje falamos exclusivamente sobre o serviço. De forma resumida, o ADN é uma plataforma para criação e desenvolvimento de serviços de Redes Sociais. Parece que acabei complicando mais com essa explicação! Vou tentar exemplificar…

Diferente de Twitter, Facebook e similares, os criadores do ADN não criaram, não dão de graça nem comercializam produtos e serviços ligados ao ADN. Tudo que eles fazem é estrutura-lo de forma que outros possam desenvolver aplicativos específicos.

Outra diferença em relação às demais redes é o preço. O ADN não é gratuito e pelo que entendo do plano de negócios deles, nunca será. Por que não? Porque o ADN não quer transformar o usuário final em produto. Tudo que você publica ou armazena no ADN é seu e o serviço sobrevive com uma taxa mensal ou anual paga pelo usuário ou desenvolvedor.

Recentemente, entretanto, inauguraram um serviço estilo freemium baseado em convites. Ou seja, é possível testar gratuitamente algumas das funções e posteriormente pagar ou não pelo serviço completo. É um modelo similar ao adotado pelo Dropbox, Evernote, Flickr e até mesmo o iTech Hoje. Aqui nosso plano de negócios é exatamente este. Podcasts, artigos e diversos outros conteúdos gratuitos, enquanto livros e produtos mais específicos e laboriosos são pagos.

Voltemos ao ADN…

Ao acessar o serviço pela primeira vez a impressão que se tem é a de que se trata de um clone do Twitter. Mas por favor, não pense isso! Não formule essa ideia ou conceito em sua mente. O ADN é muito mais que isso!

Além do sistema de troca de mensagens ao estilo Twitter, o serviço te permite armazenar arquivos trocar mensagens diretas entre usuários, criar e participar de grupos de bate-papo e uma infinidade de outras possibilidades, que neste momento ainda adormecem nas mentes brilhantes dos desenvolvedores.

Um aplicativo para iOS que ando testando, por exemplo, é o Sprinter. O que ele faz? Tira fotos mais ou menos como o Instaram, porém as armazena na sua conta do ADN. Em outras palavras, as fotos são suas sempre!

Falo em ideias adormecidas, pois quem dá vida ao ADN são os desenvolvedores e usuários. Um dia você acorda e alguém criou algo super interessante para a rede. Esta é a verdadeira cara do ADN: uma rede que é construída por uma comunidade de desenvolvedores e usuários. Uma rede na qual o conteúdo é seu e você não é produto.

Um bom exemplo do papel dos criadores do ADN é o recente sistema de autenticação dos usuários. Diferente do modelo adotado pelo Twitter (existe um?), o ADN criou um processo simples de autenticação e qualquer usuário — não precisa ser uma celebridade — pode autenticar sua conta.

Há um pouco mais de tempo implementaram também o sistema de validação de acesso à conta em dois passos. O chamado 2-Step Verification, que dificulta muito o acesso não autorizado à sua conta.

Ou seja, o papel da equipe do ADN é prover uma infra-estrutura sobre a qual serviços são criados por terceiros.

O Alexandre Costa recentemente escreveu um artigo muito interessante sobre o fim do gratuito na Internet. Eu concordo com ele, porém há ainda um caminho longo a ser percorrido. Porém, um caminho que já vem sendo trilhado por Dropbox, Evernote, Netflix, Flickr, Rdio, dentre outros. Algo que o ADN enxergou com muita perspicácia e por essa razão vislumbro um futuro muito promissor para eles.

Portanto, ao almejar uma conta no ADN não crie a expectativa de um clone do Twitter — aliás mesmo neste quesito o ADN é muito mais ativo que o Google Plus, por exemplo —, entenda que há um potencial enorme nas mentes de desenvolvedores ávidos por um local sério para criar. Em outras palavras, entenda o serviço e evolua com ele.

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Sete dias sem iPhone

Depois de uma rápida retrospectiva mental me dei conta de que desde que comprei meu iPhone 3G, nunca fiquei um dia sequer sem algum modelo do smartphone da Apple.

Quando eu decidia comprar um novo eu não vendia o usado. O modelo antigo sempre passa para algum membro da família e por essa razão a transição sempre foi tranquila. Depois da compra só começo a usar o novo dispositivo quando tudo está transferido para ele.

No dia 14 de março, depois de negociar bastante, consegui uma boa condição na operadora e comprei um iPhone 5. Exatos 5 dias depois notei um barulho estranho vindo de dentro do aparelho. Pelo som e movimento, deduzi que a bateria estava solta. Liguei pra Apple, programei a visita à assistência técnica indicada, realizei um back-up via Wi-Fi e deixei o aparelho para ser substituído.

O problema é que a substituição levaria de 7 a 10 dias e eu nesse intervalo ficaria sem meu iPhone pela primeira vez depois de anos. Não sou um usuário comum. Muito longe disso. Eu uso o smartphone para praticamente tudo na minha vida com o objetivo de facilitar algumas coisas, controlar outras e finalmente me divertir com futilidade como as redes sociais, por exemplo.

Tirei meu Palm Centro da gaveta, comprei um adaptador para o nano SIM (por 15 Reais!) e não instalei nada no telefone. Nem mesmo transferi para ele minha agenda de contatos. Meu objetivo era fazer uma experiência e tentar “sobreviver” aqueles dias sem um smartphone.

A primeira coisa que notei foi que teria que interromper meu Projeto 365 no Flickr pois as fotos de lá foram programadas para serem feitas com o iPhone e o aplicativo Camera+. Uma pena, eu estava me divertindo. Tudo bem, em outro momento começo um novo.

Depois percebi que não poderia controlar minhas corridas e justo agora que eu estava trabalhando em algumas metas pessoais. O RunKeeper me ajuda muito nisso, pois gosto de me dar desafios e ao mesmo tempo comparar meu desempenho ao do mês anterior. Evidentemente é possível controlar esse tipo de coisa à moda antiga, mas quem quer fazer isso hoje em dia? Em resumo, interrompi também a “telemetria” das minhas corridas.

Também fez falta poder usar o Waze em algumas situações de grande congestionamento. Precisei seguir o instinto e usar a sorte para sair de uma ou duas situações de aperto no trânsito durante esses sete dias.

Porém diferente do que eu imaginava, não tive nenhum momento de agonia ou desespero por estar sem um smartphone. Os sistemas da Apple e sua incrível integração me permitiram manter contato com familiares e amigos via iMessage, por exemplo, sem nenhuma dificuldade. Muitos nem ficaram sabendo que eu estava sem iPhone. As mensagens continuaram indo e vindo através do Mac e iPad.

Também me diverti bastante com o fato de nunca saber que me ligava. Sem minha agenda de contatos, os números de telefone que pareciam no identificador de chamadas não me diziam nada. Ou seja, cada ligação era uma surpresa. Felizmente foram todas surpresas agradáveis do outro lado da linha durante esses sete dias.

Mas o mais curioso foi que o telefone se tornou tão inútil sem a sua parte smart, que o esqueci em casa diversas vezes. É muito interessante notar a revoluções que os smartphones trouxeram. Determinadas pessoas raramente ligam ou recebem ligações. Eu já usei muito o telefone para conversar, mas não é mais o caso. Então pode ser que um dia uma evolução do atual iPod Touch com GPS e uma câmera melhor me faça abandonar por completo o telefone tradicional.

Digitalizando tudo com o Doxie One

Há algumas semanas fui surpreendido por um contato do pessoal de relações públicas da empresa Doxie. Dizia o e-mail que por eu ser um Embaixador do Evernote, eu receberia de presente um escaner Doxie One.

A empresa conta com vários modelos para todos os gostos e necessidades, mas as características do que eu recebi são as seguintes:

  • bastante compacto (todos são!);
  • fonte de alimentação externa (inclusa);
  • compartimento para quatro pilhas;
  • slot para cartão de memória (cartão de 2 GB incluso);
  • cabo USB para transferência de imagens.

Acompanham o escaner dois outros itens que julguei muito interessantes: um “adaptador” para colocar fotos muito antigas que poderiam se estragar ao passar por dentro do equipamento; e um pequeno dispositivo com aspecto de chave que serve para limpeza das lentes.

Protetor para fotos antigas

Eu recebi junto do escaner alguns brindes que julguei extremamente criativos. Descobri mais tarde que este é o “kit de imprensa” deles. Portanto, não espere receber os itens que descreverei abaixo.

Uma pequena caixa de papelão com algumas bolas de papel amassado e uma cesta de basquete. Demorei alguns minutos mas entendi a piada. Depois de escanear seus documentos, é preciso amassar e jogar fora os papeis. Também ganhei uma linda case de couro que permite transportar o Doxie com segurança e elegância.

Bolas de papel Cesta de basquete

O objetivo do Doxie é ser portátil, por essa razão existe o compartimento de pilhas e o cartão de memória. Dessa forma, é possível levar o equipamento consigo, escanear documentos e posteriormente transferir tudo para o computador. Ou, se desejar, transferir direto para o iPad via Camera Connection Kit da Apple.

Caso prefira utilizar e/ou manter seu Doxie em casa, há a possibilidade de conectar o cabo USB ou simplesmente utilizar um leitor de carões de memória conectado ao seu computador. Você pode tanto transferir as imagens manualmente para uma estrutura de pastas quanto utilizar o aplicativo próprio, disponível para download gratuito.

Portas USB e fonte de alimentação

Infelizmente eu não ganhei um Doxie Wi-Fi que envia seus documentos diretamente para o dispositivo desejado e por essa razão eu precisei improvisar. O próprio manual explica como configurar o cartão Eye-Fi no Doxie One para simular as funcionalidade do modelo mais sofisticado. Como eu tenho um cartão Eye-Fi, imediatamente comecei a configurar a dupla e realizar alguns testes. Configurar significa basicamente apontar o destino dos arquivos do cartão Eye-Fi para uma pasta específica que o aplicativo do Doxie no Mac (ou Windows) lerá. OBS.: Gosto cada vez mais deste cartão Eye-Fi!

Instalado o aplicativo Doxie e configurado o cartão Wi-Fi (no meu caso), a mágica começa. Tudo que coloco no escaner, o aplicativo no Mac reconhece alguns minutos depois e de lá posso enviar para alguns locais: iMessage, Air Drop, Evernote, iPhoto, Preview, Dropbox, Flickr e vários outros. O aplicativo é bem simples. Faz o básico: rotaciona fotos, cria conjuntos de fotos para envio em lote e permite excluir o que você já tratou.

Cartão Eye-Fi

Há vários vídeos na internet, inclusive no próprio site da Doxie demonstrando a velocidade da passagem dos papeis pelo escaner. Não cronometrei, mas no dia a dia de uso, tenho achado perfeitamente aceitável, mesmo quando digitalizo um grupo maior de folhas ou páginas.

Existe também inteligência na detecção. Ao passar uma foto ou pedaço menor de papel, o Doxie escaneia apenas aquela área exata. Em outras palavras, a imagem final digitalizada não termina do tamanho de uma folha A4 nem com uma enorme borda branca em volta do objeto.

Também gostei muito da resolução. Mais uma vez digo isso de forma empírica. Gostei do resultado final sem considerar detalhes técnicos. Mas para os que não vivem sem especificações, aqui estão todos os detalhes do Doxie One.

De um modo geral eu adorei o escaner, mas como estou cada vez mais atuando em home office se eu fosse escolher um modelo para aquisição, creio que escolheria a versão Wi-Fi. Ainda bem que tenho um cartão Eye-Fi. A propósito, gostei tanto da dupla que resolvi que voltarei a usar os antigos aplicativos de geolocalização em conjunto com a minha câmera digital.

Para ver mais fotos visite este álbum no Flickr.

Fotos com iPhone ou Câmera Digital?

No início de junho gravamos um episódio do podcast especificamente sobre utilização de smartphones para fotografia digital. Na ocasião mencionamos vários aplicativos que utilizamos em nossos iPhones. Porém, no meu caso, eles todos fazem parte de um projeto maior. Até então, eu vinha tentando usar apenas o iPhone para minhas fotos.

E de onde surgiu essa idéia?

Um dia, organizando minhas fotos no Mac, notei que quase todas as que tenho do Rio de Janeiro foram feitas a partir dos meus celulares: Palm, BalckBerry e iPhone 3/3GS/4. Geralmente viajo para a Cidade Maravilhosa algumas vezes por ano e quase sempre descompromissadamente. Imagino que por essa razão acabo quase nunca levando uma “câmera de verdade”. As fotos – como pode ser visto nas de 2008 e 2010 publicadas no meu Flickr – não ficam maravilhosas, como a cidade, diga-se de passagem. Mas sempre que olho para elas, penso que cumpriram o papel de “captar e registrar um momento especial”.

Outro detalhe que preciso compartilhar com o leitor é o meu quase completo desconhecimento de técnicas de fotografia. Meu pai é muito bom nisso e sempre teve câmeras sofisticadas. Portanto, o pouco que sei, aprendi com ele e com algumas leituras posteriores. E quando digo pouco, é realmente muito pouco! Conheço algumas regras de luz, enquadramento, cores e só.

O que me encanta na fotografia é realmente o registro dos momentos e não a técnica envolvida. Mas, por favor, não me entenda mal! Adoro ver fotos que usam e abusam das boas técnicas. Gasto diariamente muito tempo da minha vida navegando pelo Flickr e apreciando as fotos de quem realmente entende do assunto.

Pois bem, considerando que o que eu queria era apenas “registrar momentos” e fazer isso com um equipamento que estivesse sempre à mão, resolvi colocar em prática meu teste de usar apenas o iPhone como câmera fotográfica assim que voltei de Rapa Nui.

Dizem que a câmera do 4S é muito boa, mas o meu modelo é o 4, que na minha opinião tem também uma câmera bastante razoável. Os aplicativos que utilizei nesse período de testes foram os seguinte: Câmera (do próprio iOS), Camera+, Hipstamatic, Evernote Food, Flickr e FlickStackr. Depois de quase dez meses, notei algumas coisas (óbvias, diga-se de passagem) que quero aqui compartilhar.

O iPhone é muito prático. Está sempre com você. E depois da inclusão do ícone da câmera na tela principal, ficou muito rápido tirar fotos com o telefone. Isso facilita bastante as coisas. Porém para fotos em ambientes menos propícios, eu usava sempre o Camera+, que permite trabalhar melhor outros aspectos da fotografia e em um segundo momento, recortar e aplicar alguns filtros e bordas. De dentro do aplicativo pode-se também enviar as fotos para o Flickr, Facebook e Twitter.

Antes mesmo de me aventurar no Instagram, eu já usava o Hipstamatic pelo fato de poder guardar as fotos comigo e publicar nas redes sociais apenas o que me interessava compartilhar. A propósito, o Instagram não faz parte de meu fluxo há algum tempo. Foi um dos primeiros aplicativos de rede social que abandonei no meu movimento de restringir meu tempo online.

Uma constatação corriqueira nas fotos feitas pelo iPhone, entretanto, é o problema do “longe/perto” e do “claro/escuro”. Fotos de objetos ou pessoas próximas tendem a ficar muito boas. Com boa luminosidade, ficam ainda melhores. Porém, fotos de paisagens ou pessoas muito distantes do fotógrafo, tendem a ficar muito ruins. E quando combinadas a pouca iluminação, ficam péssimas. Em algumas ocasições eu conseguia corrigir esse problema com o Camera+, mas é um pouco trabalhoso para alguém que não conhece bem as técnicas de fotografia.

O que eu adoro nas fotos feitas com o iPhone é a praticidade de organização quase automática. A partir dele já posso enviar para o Flickr ou outro local e dessa forma manter tudo sempre organizado. As fotos podem também ir automaticamente para o Mac via PhotoStream ou mais recentemente, via novo recurso de upload do Dropbox.

No iPhone, as fotos também captam automaticamente a geolocalização, algo que eu gosto muito. É uma bobagem, mas me agrada depois ver as fotos apresentadas em um mapa. Por exemplo, uma vez fiz uma trilha relativamente longa e depois de processadas e organizadas, as fotos representavam no mapa exatamente o caminho que percorri. Bem interessante ver fotos assim! Na Ilha de Páscoa tentei ativar o GPS do iPhone para captar as fotos ao longo do meu trajeto de bicicleta mas não consegui. Quando retornei para casa, tratei de ajustar isso manualmente no Mac, mas não é a mesma coisa. É quase impossível de se fazer com precisão. E convenhamos, é algo chato demais.

O iPhone sempre vai ganhar em praticiadade, mas confesso que tenho tido pouco sucesso e poucas são as fotos com qualidade. Muitas vezes ficam escuras, não nítidas ou não captam bem as cores. Por essas e outras razões acabo descartando boa parte delas. E ontem, depois de voltar de um acampamento e aproveitar pouquíssimas fotos, resolvi voltar a usar minha câmera juntamente com um grupo de aplicativos e serviços que adoro: GeoTagr, FlickStackr e Flickr. Inclusive levei minha câmera para o acampamento para voltar a praticar e começar a relembrar como usar o GeoTagr.

Falei bastante sobre os três no episódio 21, mas realmente preciso voltar a praticar. Já nessa primeira viagem cometi o erro que esquecer de ajustar os relógios da câmera e iPhone. Também esqueci de ativar o GeoTagr num determinado momento e obviamente precisei aplicar a localização manualmente nessas fotos.

Além dos aplicativos já mencionados, o meu kit completo conta também com uma câmera digital (obviamente!), o iPhone, o iPad e o Camera Connection Kit da Apple.

Para que tudo transcorra bem, é preciso seguir alguns passos:

  1. Em primeiro lugar, lembre-se de sempre sincronizar a hora da câmera com a do iPhone. Parece algo óbvio, mas acredite, é um problema mais comum do que se imagina. Horários de verão, mudanças de fuso em viagem e até mesmo o relógio automático do iPhone contribuem para o incremento nas chances de erro.
  2. Quando começar a bater fotos, lembre-se de antes ligar o GeoTagr no iPhone. É ele quem vai capturar as suas localizações a medida que se desloca de um ponto a outro.
  3. Concluídas as fotos, entrará em ação o iPad e o Camera Connection Kit. Se estiver assinado com o iPhone e o iPad na mesma rede Wi-Fi, será mais fácil. Nesse caso, basta abrir o GeoTagr nos dois dispositivos. Mas sabemos que durante viagens isso não é tão simples assim. Por essa razão o App permite conectar o iPhone ao iPad também via Bluetooth.
  4. Uma vez conectado, utilize o Camera Connection Kit para transferir as fotos para o iPad e em seguida solicite que o GeoTagr inclua as coordenadas. Nesse momento, o App buscará as informações armazenadas no seu iPhone. Por essa razão ele precisa estar conectado ao iPad, seja via Wi-Fi, seja via Bluetooth. Existem outras alternativas como o envio das informações via Dropbox, mas peço que leia as informações no site do fabricante para entender melhor como tudo funciona.
  5. Realize o upload de todas as fotos ou apenas as escolhidas para o Flickr. Nesse momento eu uso o FlickStackr. É um aplicativo excelente e universal que lhe permite fazer no iPad ou iPhone tudo (ou quase tudo) que você faria na interface web do Flickr.

OBS.: Não testei ainda, mas pelo que entendi as etapas 4 e 5 podem ocorrer invertidas. É possível autorizar o GeoTagr a ter acesso a sua conta do Flickr e dessa forma enviar primeiro as fotos e depois solicitar que ele ralize a varredura e inclusão das coordenadas dentro do próprio Flickr.

Que fique claro também que não é necessário enviar as fotos para o Flickr. Isso é apenas uma das possibilidades. Outra alternativa é, por exemplo, transferir as fotos do iPad para o computador, Dropbox, etc.

Note que com tantas partes envolvidas, é evidente que eventualmente uma coisa ou outra não funcionará de acordo com o esperado. Pior ainda quando se pratica pouco o processo. Portanto, passarei a usar esse conjunto de equipamentos e aplicativos nos próximos dias. Quem sabe assim deixo de cometer alguns erros ao longo do processo e passo a incluir fotos melhores no meu Flickr.